domingo, 18 de outubro de 2009

Menino de dois anos (Inteligentisimo) comparado com a inteligencia de geneos como Einstein

Outra notícia que chamou atenção na Inglaterra é a história de um menino de dois anos inteligentíssimo. O menino inglês foi submetido a um teste de QI, coeficiente de inteligência feito de acordo com a idade e obteve uma pontuação parecida com a de alguns gênios, como o físico Albert Einstein. Fez 160 pontos.

Um caso raro, já que apenas 2% da população mundial consegue obter uma nota dessas. O QI de uma pessoa com inteligência média fica em torno de 100 pontos.

Com nove meses, o pequeno Oliver desandou a falar sem parar. Com um ano e meio, surpreendeu os pais ao recitar todo o alfabeto enquanto tomava banho. O vocabulário dele é riquíssimo e ele foi capaz de explicar à mãe o ciclo reprodutivo dos pinguins

Dizer obrigado

Para alguns, dizer “obrigado” pode parecer uma coisa banal, mas trata-se de uma das habilidades mais poderosas na arte de estabelecer relacionamentos. Busque oportunidades de agradecer ás pessoas sempre que possível
É o que propõe o livro “Como conquistar as pessoas” Allan e Barbara Pease -
pag. 27

Ex BBB Rogério Dragone retorna a seu antigo emprego no cemitério.


Em uma entrevista realizada pelo fantástico o ex BBB fala abertamente sobre o retorno ao seu antigo emprego em um cemitério, exercendo a função de jardineiro:


" As pessoas estranham a minha volta ao emprego, mas eu preciso do dinheiro para pagar minhas contas " - Diz ele


Todo o trabalho honesto é digno, Rogério mostra-se humilde na entrevista falando abertamente sobre sua situação profissional que por alguns é motivo de preconceito.


"Almir, o contador de histórias reais"


Você sabe enrolar seu chefe?




Consultor de RH lança livro com dicas para aqueles profissionais que querem levar o trabalho na folga e ainda progredir na empresa. Faça o teste e descubra se você tem esse talento


Nesta sexta-feira (16), os americanos comemoram o Dia Nacional do Chefe. Muitos profissionais certamente não têm o que comemorar, afinal lidar com os gestores não é tarefa fácil. Mas existem aqueles que conseguem levar o chefe no papo e ainda se dar bem na empresa, conseguindo promoções de cargo, aumento de salários, benefícios diferenciados, entre outros privilégios. Embora a situação pareça absurda, ela é mais real do que se pode imaginar, diz o consultor de Recursos Humanos João José da Costa. Costa trabalhou 50 anos na área e afirma que cansou de ver profissionais que não fazem nada nas empresas além de enrolar o chefe. Toda essa “experiência” ele conta no recém-lançado livro Como enrolar seu chefe e progredir na empresa (Editora Matrix –128 páginas, R$22). Costa batizou esse tipo de pessoa de “Enrolador de Classe” e listou 35 nobres atitudes que as levam merecer esse título, entre elas ser um bom “marqueteiro”, saber delegar tarefas e mostrar-se impaciente e temperamental. “Enrolar no trabalho não é ficar horas no banheiro além do necessário, ir ao fumódromo a toda hora ou andar bem devagar nos corredores da empresa”, diz Costa. “O bom enrolador atua muito bem em seus relacionamentos com os executivos do poder da empresa. Eles têm o poder da sedução”, diz Costa. Segundo o consultor, os motivos que levam uma pessoa a ser um enrolador, além da pura folga, claro, são diversos: preguiça permanente ou temporária, falta de carga de trabalho, insegurança, desmotivação, acomodação por tempo de casa, revolta ou indignação por ao ter o seu talento reconhecido ou perda da tão esperada promoção. Seja qual for o motivo, para se dar bem nesse tipo de situação é preciso ter certa técnica. O consultor preparou, especialmente para o site de ÉPOCA, um teste para você descobrir se sabe enrolar seu chefe. Cuidado: seu superior pode aparecer na hora em que estiver respondendo às perguntas e não gostar muito dá atividade. Se isso ocorrer, coloque a teoria de Costa na prática: dê uma enrolada para parecer que está trabalhando.


Comentario do autor do blog:


O MELHOR A SE FAZER É COMPRIR AS TAREFAS ATRIBUIDAS PELO CHEFE E NÃO HAVERÃO MOTIVOS PARA ENROLAR O MESMO...

Livro lista curiosidades por trás da obra de Chico Buarque

Curador do site oficial de Chico Buarque, o administrador de empresas Wagner Homem tem, entre outras atribuições, ler mensagens enviadas ao cantor e compositor. Muitas delas são escritas pelos fãs, ávidos por saber como ele cria suas canções. A partir daí, Homem decidiu reunir curiosidades sobre o repertório do artista no livro "Histórias de canções - Chico Buarque" (Leya, 356 páginas, R$ 44,90).
O lançamento, que dá início às atividades da editora portuguesa Leya no Brasil, não pretende ser um estudo sócio-político ou aprofundado sobre Chico, como explica o próprio autor.
"Não me meto a analisar ou interpretar as letras de Chico Buarque. Simplesmente conto histórias e 'causos'. É um livro popular, para quem gosta de histórias e de MPB", diz Homem.

O livro traz 26 capítulos recheados com saborosos textos sobre as principais músicas do compositor, entre 1964 e 2008. Parcerias, letras, músicos, censura... Nada parece ter ficado de fora. Nem mesmo o que poderia ter desagradado ao próprio Chico, como quando insinuou, de forma irônica, que teria mais respeito por ratos do que por mulheres.
"Achei mesmo que Chico fosse vetar. Porque existe essa mística toda entre ele, as mulheres, a alma feminina etc. Mas ele não disse nada", revelou Wagner.

Mulher que virou tema de filme vive com 50 filhos adotivos em casa de nove cômodos no Rio

Ela enfrentou os traficantes de drogas e a Justiça para conseguir tirar seus filhos adotivos da violência da favela. Chegou a dormir na rua, fugiu da polícia e estampou os jornais, sendo chamada de "sequestradora", mesmo depois de ter acolhido dezenas de crianças que sobreviveram à chacina na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1994.A saga desta mulher de rosto doce e nome de flor virou filme nas mãos do produtor de moda Marco Antônio Ferraz e do cineasta Anderson Corrêa. Em entrevista ao UOL Notícias, a ex-professora pública e ex-moradora da favela do Jacarezinho Flordelis dos Santos, de 48 anos, contou um pouco de sua vida ao lado dos 50 filhos - quatro biológicos e 46 adotivos - que hoje têm entre 2 e 34 anos e dividem com ela uma casa de nove cômodos em Niterói (RJ).

Indiguinação com o governo.

Indignação

È uma tamanha falta de ética e egoísmo por parte dos órgãos responsáveis, por parte do nosso governo capengo, formado por políticos corruptos, que roubam a nos brasileiros, com excreção de uma meia dúzia, que tenta fazer a sua parte mas são barrados pela maioria. Tais representantes que não estão a altura do cargo que lhe foram dados, que não se preocupa com tais trabalhadores... Enquanto em algumas cadeias presos custam ao estado de R$: 1.000 a R$: 8.000, TV acabo, Computadores, e outras regalias... Trabalhadores de todo o nosso Brasil, passam fome. Preços estes que são sustentados com o seu com o meu com o nosso dinheiro, pago com sacrifícios através de impostos.
A sociedade não pode se calar, “a voz do povo é a voz de Deus”. O nosso Brasil esta as avessas por culpa de alguns que vendem seus votos para políticos corruptos, que em uma ação frenética, põem em risco a administração de um pais, em troca de bens particulares.
Você jovem, você adulto, você cidadão, tem o direito e o dever de manifestar sua indignação, bater os pés, reivindicando uma sociedade mais honesta, mais justa, mas para isso acontecer cada um deve fazer a sua parte...
"Almir, o contador de histórias reais".

Governo assassina mais de 200 pessoas - Diz o colunista FRANCISCO DAUDT

“O que ocorreu não foi acidente, foi crime”

FRANCISCO DAUDT, em 19/07/2007COLUNISTA DA REVISTA DA FOLHA

Gostaria imensamente de ter minha dor amenizada por uma manchete que estampasse, em letras garrafais, “GOVERNO ASSASSINA MAIS DE 200 PESSOAS”. O assassino não é só aquele que enfia a faca, mas o que, sabendo que o crime vai ocorrer, nada faz para impedi-lo. O que ocorreu não pode ser chamado de acidente, vamos dar o nome certo: crime

Remeto-me ao livro de García Marquez, “Crônica de uma morte anunciada”. Todos sabiam e ninguém fez nada. E não me refiro a você, leitor, que se consome em sua impotência diante deste e de tantos descalabros que vimos assistindo semanalmente. Ao ponto de a ministra se permitir ao deboche extremo do “relaxa e goza’? Será esta sua recomendação aos parentes das novas vítimas? Refiro-me às autoridades (in)competentes, inapetentes de trabalho gestor. Refiro-me ao presidente Lula, que, há quantos meses, ó Senhor, disse em uma de suas bazófias inconseqüentes que queria “data e hora para o apagão aéreo acabar”, como se não dispusesse da devida autoridade para tal.

Sinto pena de não ter estado na abertura do Pan, de não ter engrossado aquelas bem merecidas vaias. Talvez o presidente não se importe tanto, afinal, quem viaja de avião não é beneficiário de sua bolsa-esmola, não faz parte do seu particular curral eleitoral cevado com o dinheiro que ele arranca de nós. Devem fazer parte das tais “elites”, que é como ele escarnece da classe média que faz (apesar do governo) o país crescer.

Qual de nós escapou do medo de voar desde o desastre da Gol HÁ NOVE MESES? Qual de nós assistiu confortável o jogo de empurra, “a culpa é dos controladores’; “não, é do ministério da defesa’; “a mídia também exagera tudo’; “é do lobby das empreiteiras que só querem fazer obras inúteis e superfaturadas nos aeroportos”. Qual de nós deixou de ficar perplexo com a falta de ação efetiva para que o problema se resolvesse?

Perdão, acho que a tal falta de ação geral de governo é de tamanho tão extenso e dura tanto tempo que muitos de nós a ela nos acostumamos. Sou psicanalista, e, por dever de ofício, devo escutar o que meus clientes queiram dizer.

Pois nunca pensei que fosse pronunciar no consultório uma frase que venho repetindo há algum tempo, depois de que mensalões, valeriodutos, Land-Rovers, dólares na cueca, dossiês fajutos, renans calheiros, criminalidade, insegurança pública, impunidade, pizzas e tudo isso que o leitor já sabe se despejam fétida, diária e gosmentamente sobre nossas cabeças. A tal frase: “Não quero falar desse assunto”. Os pacientes me respondem com alívio, “Ufa, eu também não!’ É o desabafo da impotência partilhada. “Welcome to Congo’? Talvez seja um insulto ao Congo.

Pois agora quero falar deste assunto. Deram-me a oportunidade de ser menos impotente. Sei que falo por uma enorme quantidade de brasileiros trabalhadores que sustentam essa máquina de (des)governo, muitos mais que os 90 mil do Maracanã, para expressar o nojo e a raiva que esse acúmulo de barbaridades nos provoca. O governo sairá da inação, da omissão criminosa? Alguém será preso, punido por todas essas coisas? Infelizmente, duvido. Talvez condenem a mim, por ter deixado o coração explodir. Pagarei o preço alegremente, lembrando Graciliano Ramos, que, visitado no cárcere, travou com o amigo o seguinte diálogo:

- Puxa, Graça, você, aí dentro, de novo?

- E você, o que faz aí fora? Nestes tempos, lugar de homem honesto é na cadeia.

Após trascrever sua coluna, FRANCISCO recebe diversas criticas negativistas relacionado ao seu texto:

Cofira: http://www.viomundo.com.br/buraco-negro/governo-assassina-mais-de-200-pessoas/

Polemica Ética

A ética é uma filosofia que está atrelada a toda ação humana. Todo homem possui certa “Consciência moral” que avalia o mesmo, suas atitudes, sua conduta e seu caráter perante a sociedade, para assim saber se as mesmas são boas ou más, justas ou injustas, de acordo com seus princípios.
Nos dias de hoje, a ética está ausente em diversos ambientes, tais como: escolas, trabalho, convivência familiar entre outros, as pessoas normalmente pensam somente em si mesmos, passando por cima deste valioso princípio humano.
Segundo o dicionário Houaiss da língua portuguesa, ética é a parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, refletindo a respeito da essência das normas, valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social.
Permita-me citar dois breves exemplos referentes à falta de ética:

· Em um trabalho de português, tal qual formado por quatro integrantes, um deles não colabora para a preparação deste. O líder do grupo decide retirá-lo da equipe.

· A sala de vídeo foi destruída, os forros das cadeiras cortados. O diretor decide punir a escola toda, proibindo os alunos de utilizar a sala.

No primeiro exemplo, de acordo com a opinião dos alunos, o líder tomou uma decisão sabia, enaltecendo a dedicação dos colegas, e punindo o aluno, que não colaborou para o término do trabalho. Porém, na opinião dos educadores, possivelmente, acreditam que a atitude do líder foi egoísta, pois não conseguindo motivar o aluno a participar do trabalho, excluiu-o
Já no segundo exemplo, o diretor impulsivamente autoritário, segundo a visão dos estudantes, tomou uma atitude impensável prejudicando todo um sistema, uma escola, devido à rebeldia de um só aluno. Entretanto, o diretor, preocupado com a disciplina e respeito as normas da escola, acredita ter agido de forma correta.
Por hora, apenas deixamos o leitor refletir os casos acima citados, pois a ética está indiretamente ou diretamente relacionada com nossas raízes culturais e a interpretação, às vezes, pode ser bem polêmica.


"Almir, o contador de histórias reais".

Pensamento

"A maior descoberta de minha geração é que os seres humanos podem modificar suas vidas apenas mudando suas atitudes mentais".
William James

Cadela amamenta filhotes de porcos

DESCOBERTA CURIOSA


Em julho, uma cena pouco comum chamou atenção em uma fazenda no Condado de Lee, no estado da Flórida (EUA). A cadela chamada 'Tequilla' amamentou, além de seus oito filhotes, uma ninhada de porquinhos órfãos. (Foto: Reprodução)

Carro voador

Um carro foi parar no telhado de uma casa em Sydney, na Austrália. Com muita dificuldade as equipes de resgate conseguiram tirar os jovens de 21 e 24 que estavam no veículo. Eles foram levados para o hospital, mas não correm risco. Dois adultos e um bebê de três meses dormiam na casa, mas não se feriram.

Destroços e partes do carro foram encontrados a 100 metros do local do acidente.

Ainda não se sabe o que provocou o desastre. Por enquanto a polícia só fez suposições. Os investigadores acreditam que o motorista bateu em um poste de luz e depois em um monte de lixo, que teria funcionado como uma rampa. O carro provavelmente foi lançado por 10 ou 15 metros até o telhado. Os policiais também acreditam que o motorista estava embriagado e dirigindo em alta velocidade.