Fujo do estresse da mina casa,
Da minha pobre e medíocre casa,
Encontro auxilio na selva,
Na selvagem e acolhedora mata
Perco meu tempo no silencio
Gastos meus minutos no vaco
Na solidão,
Na multidão.
Penso estar sozinho,
Mas estou enganado
Por mais que eu pense estar sozinho
Estou acompanhado
Na verdade,
No verde vale,
O som do filete da água
Este que escorre pelas pedras sinuosas
Me fazem tremer de medo
Silenciar de vertigem
Os caminhos das águas
As voltas da vida
Descendo as ladeiras,
Subindo as montanhas
Altos e baixos
Baixos e altos
É o resumo incompleto
A biografia inacabada
As paginas que refletem o magnânimo
O incompreensível, dom de viver.
"Almir, o contador de histórias reais"
26/12/10
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
Ana Maria Braga deixa hospital após dores no estômago
A apresentadora do programa “Mais você”, Ana Maria Braga, deixou o hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no início da tarde desta terça-feira (21). A apresentadora estava internada desde a madrugada para fazer uma série de exames após sentir dores de estômago.
Segundo a assessoria da apresentadora, ela teria se sentido mal ao sair de casa para gravar o programa, por volta das 5h. A previsão é que Ana Maria retorne ao trabalho normalmente na quarta-feira (22). O programa desta terça-feira mesclou reportagens inéditas com outras reprisadas.
Fonte: G1
Segundo a assessoria da apresentadora, ela teria se sentido mal ao sair de casa para gravar o programa, por volta das 5h. A previsão é que Ana Maria retorne ao trabalho normalmente na quarta-feira (22). O programa desta terça-feira mesclou reportagens inéditas com outras reprisadas.
Fonte: G1
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Vida além da superficie terrestre
Em um tempo de esperança, paz e guerra, foi me mostrado em uma visão, segredos insolúveis e insondáveis. Os povos antigos aceitaram suas diferenças e para não serem exterminados pela nova era, por indivíduos radicais contra a bruxaria, contra o misticismo, contra tudo que fazia parte de sua tradição, se uniram ultrapassando o tempo e o espaço, escondidos nas profundezas do solo, estão em preparo para um magnânimo final.
Os povos de antigamente
Meu coração esta em estado vibratório
O cerebelo não identifica as lembranças
Mesmo identificando não acredita nelas
Uma terra longínqua,
Um cenário satisfatório
A visão do Egito
As inconfundíveis pirâmides
Minhas rudes e insensatas mãos a deslizar por suas exuberantes e históricas pedras
È, È realmente complexo,
O conhecimento eu adquiri, os segredos foram a mim confiados,
Você ó mero humano, decadente e inseguro
Onde, estão os povos de antigamente?
Responda-me a esta indagação??
Eu sei, mas nem tudo eu sei
Sob o solo vermelho, abaixo da areia ferbet,
Habitam as civilizações antigas que ali, hoje habitam
È, escondidas, praticando seus rituais efêmeros contra e a favor da humanidade
O ser atual descobriu a bomba atômica
Mas quem controla, as coisas são eles
Os que moram sob o solo, desendentes de Caim e Abel?
Talvez, pouco provável. Parte do povo egípcio, parte asteca, outra parte de Atlântida, a cidade sob o mar
Uma mistura étnica, que adaptada as condições terrestre
Mantêm viva a chama de seus antepassados,
Dominam os maiores conhecimentos, estes nunca revelados para os meros humanos
Nem mesmo Alexandria, a biblioteca do misticismo, não continha livros com tais evidencias
Comunicando-se com espíritos,
Praticando atos inflacionários, para nos meros humanos
São eles os anônimos, os in desconhecidos e protegidos
Protegido por rituais de altíssima magia,
Em algum momento, em algum anos
Eles sanearam do sub solo
Como formigas que saem do formigueiro afoitas por comidas, após o inverno
Saíram, após muito tempo em repouso, em busca de sangue
A ira será implacável
EU vi, minhas mãos tocaram a pirâmide,
Meus olhos viram os símbolos sagrados
Viram também o mestre deste povo oculto
Alguns maços, rosa cruz, Iluminati, evoluídos suficientemente, ali faziam parte
Meus pés tocaram a areia sagrada
Caminharam ao redor dos túmulos
observei sob a marca do tempo, os grandiosos lideres
Faraós, enrolados em panos, múmias
Lembrança de um passado de domínio e poder
Riquezas escondidas
Eu, sei
Ali estão
Maverel, matianit,
Salve a população do sub solo,
Salve o homem barbudo
Com o cajado na mão
Seus dissidentes foram capturados e tiveram suas vidas ceifadas,
Por nossos, avos, bis avos, tataravós,
Fujam todos, mas não se escondam
Pois a fúria será implacável
Mentira?, jamais, acreditem!
Será difícil? Duvidem!, a escolha será tomada
O sacrifício será feito
Ó tempo de mudança
Seremos-nos a caça
Governo, estados unidos companhia
Suas armas biológicas, das quais tanto se engrandecem
Estas não nos deterão
Quando chegar a hora
A festa começará
Maquiavélicos, talvez, covardes nunca.
"Almir, o contador de histórias reais"
25/12/10
Os povos de antigamente
Meu coração esta em estado vibratório
O cerebelo não identifica as lembranças
Mesmo identificando não acredita nelas
Uma terra longínqua,
Um cenário satisfatório
A visão do Egito
As inconfundíveis pirâmides
Minhas rudes e insensatas mãos a deslizar por suas exuberantes e históricas pedras
È, È realmente complexo,
O conhecimento eu adquiri, os segredos foram a mim confiados,
Você ó mero humano, decadente e inseguro
Onde, estão os povos de antigamente?
Responda-me a esta indagação??
Eu sei, mas nem tudo eu sei
Sob o solo vermelho, abaixo da areia ferbet,
Habitam as civilizações antigas que ali, hoje habitam
È, escondidas, praticando seus rituais efêmeros contra e a favor da humanidade
O ser atual descobriu a bomba atômica
Mas quem controla, as coisas são eles
Os que moram sob o solo, desendentes de Caim e Abel?
Talvez, pouco provável. Parte do povo egípcio, parte asteca, outra parte de Atlântida, a cidade sob o mar
Uma mistura étnica, que adaptada as condições terrestre
Mantêm viva a chama de seus antepassados,
Dominam os maiores conhecimentos, estes nunca revelados para os meros humanos
Nem mesmo Alexandria, a biblioteca do misticismo, não continha livros com tais evidencias
Comunicando-se com espíritos,
Praticando atos inflacionários, para nos meros humanos
São eles os anônimos, os in desconhecidos e protegidos
Protegido por rituais de altíssima magia,
Em algum momento, em algum anos
Eles sanearam do sub solo
Como formigas que saem do formigueiro afoitas por comidas, após o inverno
Saíram, após muito tempo em repouso, em busca de sangue
A ira será implacável
EU vi, minhas mãos tocaram a pirâmide,
Meus olhos viram os símbolos sagrados
Viram também o mestre deste povo oculto
Alguns maços, rosa cruz, Iluminati, evoluídos suficientemente, ali faziam parte
Meus pés tocaram a areia sagrada
Caminharam ao redor dos túmulos
observei sob a marca do tempo, os grandiosos lideres
Faraós, enrolados em panos, múmias
Lembrança de um passado de domínio e poder
Riquezas escondidas
Eu, sei
Ali estão
Maverel, matianit,
Salve a população do sub solo,
Salve o homem barbudo
Com o cajado na mão
Seus dissidentes foram capturados e tiveram suas vidas ceifadas,
Por nossos, avos, bis avos, tataravós,
Fujam todos, mas não se escondam
Pois a fúria será implacável
Mentira?, jamais, acreditem!
Será difícil? Duvidem!, a escolha será tomada
O sacrifício será feito
Ó tempo de mudança
Seremos-nos a caça
Governo, estados unidos companhia
Suas armas biológicas, das quais tanto se engrandecem
Estas não nos deterão
Quando chegar a hora
A festa começará
Maquiavélicos, talvez, covardes nunca.
"Almir, o contador de histórias reais"
25/12/10
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