Em um tempo de esperança, paz e guerra, foi me mostrado em uma visão, segredos insolúveis e insondáveis. Os povos antigos aceitaram suas diferenças e para não serem exterminados pela nova era, por indivíduos radicais contra a bruxaria, contra o misticismo, contra tudo que fazia parte de sua tradição, se uniram ultrapassando o tempo e o espaço, escondidos nas profundezas do solo, estão em preparo para um magnânimo final.
Os povos de antigamente
Meu coração esta em estado vibratório
O cerebelo não identifica as lembranças
Mesmo identificando não acredita nelas
Uma terra longínqua,
Um cenário satisfatório
A visão do Egito
As inconfundíveis pirâmides
Minhas rudes e insensatas mãos a deslizar por suas exuberantes e históricas pedras
È, È realmente complexo,
O conhecimento eu adquiri, os segredos foram a mim confiados,
Você ó mero humano, decadente e inseguro
Onde, estão os povos de antigamente?
Responda-me a esta indagação??
Eu sei, mas nem tudo eu sei
Sob o solo vermelho, abaixo da areia ferbet,
Habitam as civilizações antigas que ali, hoje habitam
È, escondidas, praticando seus rituais efêmeros contra e a favor da humanidade
O ser atual descobriu a bomba atômica
Mas quem controla, as coisas são eles
Os que moram sob o solo, desendentes de Caim e Abel?
Talvez, pouco provável. Parte do povo egípcio, parte asteca, outra parte de Atlântida, a cidade sob o mar
Uma mistura étnica, que adaptada as condições terrestre
Mantêm viva a chama de seus antepassados,
Dominam os maiores conhecimentos, estes nunca revelados para os meros humanos
Nem mesmo Alexandria, a biblioteca do misticismo, não continha livros com tais evidencias
Comunicando-se com espíritos,
Praticando atos inflacionários, para nos meros humanos
São eles os anônimos, os in desconhecidos e protegidos
Protegido por rituais de altíssima magia,
Em algum momento, em algum anos
Eles sanearam do sub solo
Como formigas que saem do formigueiro afoitas por comidas, após o inverno
Saíram, após muito tempo em repouso, em busca de sangue
A ira será implacável
EU vi, minhas mãos tocaram a pirâmide,
Meus olhos viram os símbolos sagrados
Viram também o mestre deste povo oculto
Alguns maços, rosa cruz, Iluminati, evoluídos suficientemente, ali faziam parte
Meus pés tocaram a areia sagrada
Caminharam ao redor dos túmulos
observei sob a marca do tempo, os grandiosos lideres
Faraós, enrolados em panos, múmias
Lembrança de um passado de domínio e poder
Riquezas escondidas
Eu, sei
Ali estão
Maverel, matianit,
Salve a população do sub solo,
Salve o homem barbudo
Com o cajado na mão
Seus dissidentes foram capturados e tiveram suas vidas ceifadas,
Por nossos, avos, bis avos, tataravós,
Fujam todos, mas não se escondam
Pois a fúria será implacável
Mentira?, jamais, acreditem!
Será difícil? Duvidem!, a escolha será tomada
O sacrifício será feito
Ó tempo de mudança
Seremos-nos a caça
Governo, estados unidos companhia
Suas armas biológicas, das quais tanto se engrandecem
Estas não nos deterão
Quando chegar a hora
A festa começará
Maquiavélicos, talvez, covardes nunca.
"Almir, o contador de histórias reais"
25/12/10
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
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