quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Obama quer ver filme de Lula, da série “FHC vai cortar os pulsos”


Deu no G1/Ego:
Obama pediu, e cinebiografia de Lula terá pré-estreia internacional nos EUA
Segundo a coluna de Regina Rito, première do filme será em Washington
Do EGO, no Rio
Obama já disse que Lula é o cara. E essa admiração parece sincera e cada vez maior. Segundo a coluna de Regina Rito do jornal carioca “O Dia”, o presidente dos Estados Unidos teria pedido que a biografia cinematográfica do nosso presidente, “Lula, filho do Brasil”, de Fábio Barreto, tivesse sua pré-estreia internacional nos EUA. De acordo com a nota, o filme deve chegar à capital americana no fim de novembro, depois da estreia nacional, marcada para 14 de novembro, em Pernambuco.

Como o Bonner trata o espectador do jornal nacional

DE BONNER PARA HOMERpor Laurindo Lalo Leal Filho*
O editor-chefe considera o obtuso pai dos Simpsons como o espectador padrão do Jornal Nacional
Ele é preguiçoso, burro e passa o tempo no sofá, comendo rosquinhas e bebendo cerveja
Na reunião matinal, é Bonner quem decide o que vai ou não para o ar Pauta.
A decisão do juiz Livingsthon Machado, de soltar presos, é considerada coisa de louco
Perplexidade no ar. Um grupo de professores da USP está reunido em torno da mesa onde o apresentador de tevê William Bonner realiza a reunião de pauta matutina do Jornal Nacional, na quarta-feira, 23 de novembro.
Alguns custam a acreditar no que vêem e ouvem. A escolha dos principais assuntos a serem transmitidos para milhões de pessoas em todo o Brasil, dali a algumas horas, é feita superficialmente, quase sem discussão.
Os professores estão lá a convite da Rede Globo para conhecer um pouco do funcionamento do Jornal Nacional e algumas das instalações da empresa no Rio de Janeiro. São nove, de diferentes faculdades e foram convidados por terem dado palestras num curso de telejornalismo promovido pela emissora juntamente com a Escola de Comunicações e Artes da USP. Chegaram ao Rio no meio da manhã e do Santos Dumont uma van os levou ao Jardim Botânico.
A conversa com o apresentador, que é também editor-chefe do jornal, começa um pouco antes da reunião de pauta, ainda de pé numa ante-sala bem suprida de doces, salgados, sucos e café. E sua primeira informação viria a se tornar referência para todas as conversas seguintes. Depois de um simpático bom-dia , Bonner informa sobre uma pesquisa realizada pela Globo que identificou o perfil do telespectador médio do Jornal Nacional. Constatou-se que ele tem muita dificuldade para entender notícias complexas e pouca familiaridade com siglas como BNDES, por exemplo. Na redação, foi apelidado de Homer Simpson. Trata-se do simpático mas obtuso personagem dos Simpsons, uma das séries estadunidenses de maior sucesso na televisão em todo o mundo. Pai da família Simpson, Homer adora ficar no sofá, comendo rosquinhas e bebendo cerveja. É preguiçoso e tem o raciocínio lento.
A explicação inicial seria mais do que necessária. Daí para a frente o nome mais citado pelo editor-chefe do Jornal Nacional é o do senhor Simpson. Essa o Homer não vai entender , diz Bonner, com convicção, antes de rifar uma reportagem que, segundo ele, o telespectador brasileiro médio não compreenderia.
Mal-estar entre alguns professores. Dada a linha condutora dos trabalhos atender ao Homer , passa-se à reunião para discutir a pauta do dia. Na cabeceira, o editor-chefe; nas laterais, alguns jornalistas responsáveis por determinadas editorias e pela produção do jornal; e na tela instalada numa das paredes, imagens das redações de Nova York, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, com os seus representantes. Outras cidades também suprem o JN de notícias (Pequim, Porto Alegre, Roma), mas elas não entram nessa conversa eletrônica. E, num círculo maior, ainda ao redor da mesa, os professores convidados. É a teleconferência diária, acompanhada de perto pelos visitantes.
Todos recebem, por escrito, uma breve descrição dos temas oferecidos pelas praças (cidades onde se produzem reportagens para o jornal) que são analisados pelo editor-chefe. Esse resumo é transmitido logo cedo para o Rio e depois, na reunião, cada editor tenta explicar e defender as ofertas, mas eles não vão muito além do que está no papel. Ninguém contraria o chefe.
A primeira reportagem oferecida pela praça de Nova York trata da venda de óleo para calefação a baixo custo feita por uma empresa de petróleo da Venezuela para famílias pobres do estado de Massachusetts. O resumo da oferta jornalística informa que a empresa venezuelana, que tem 14 mil postos de gasolina nos Estados Unidos, separou 45 milhões de litros de combustível para serem vendidos em parcerias com ONGs locais a preços 40% mais baixos do que os praticados no mercado americano . Uma notícia de impacto social e político.
O editor-chefe do Jornal Nacional apenas pergunta se os jornalistas têm a posição do governo dos Estados Unidos antes de, rapidamente, dizer que considera a notícia imprópria para o jornal. E segue em frente.
Na seqüência, entre uma imitação do presidente Lula e da fala de um argentino, passa a defender com grande empolgação uma matéria oferecida pela praça de Belo Horizonte. Em Contagem, um juiz estava determinando a soltura de presos por falta de condições carcerárias. A argumentação do editor-chefe é sobre o perigo de criminosos voltarem às ruas. Esse juiz é um louco , chega a dizer, indignado. Nenhuma palavra sobre os motivos que levaram o magistrado a tomar essa medida e, muito menos, sobre a situação dos presídios no Brasil. A defesa da matéria é em cima do medo, sentimento que se espalha pelo País e rende preciosos pontos de audiência.
Sobre a greve dos peritos do INSS, que completava um mês matéria oferecida por São Paulo , o comentário gira em torno dos prejuízos causados ao órgão. Quantos segurados já poderiam ter voltado ao trabalho e, sem perícia, continuam onerando o INSS , ouve-se. E sobre os grevistas? Nada.
De Brasília é oferecida uma reportagem sobre a importância do superávit fiscal para reduzir a dívida pública . Um dos visitantes, o professor Gilson Schwartz, observou como a argumentação da proponente obedecia aos cânones econômicos ortodoxos e ressaltou a falta de visões alternativas no noticiário global.
Encerrada a reunião segue-se um tour pelas áreas técnica e jornalística, com a inevitável parada em torno da bancada onde o editor-chefe senta-se diariamente ao lado da esposa para falar ao Brasil. A visita inclui a passagem diante da tela do computador em que os índices de audiência chegam em tempo real. Líder eterna, a Globo pela manhã é assediada pelo Chaves mexicano, transmitido pelo SBT. Pelo menos é o que dizem os números do Ibope.
E no almoço, antes da sobremesa, chega o espelho do Jornal Nacional daquela noite (no jargão, espelho é a previsão das reportagens a serem transmitidas, relacionadas pela ordem de entrada e com a respectiva duração). Nenhuma grande novidade. A matéria dos presos libertados pelo juiz de Contagem abriria o jornal. E o óleo barato do Chávez venezuelano foi para o limbo.
Diante de saborosas tortas e antes de seguirem para o Projac o centro de produções de novelas, seriados e programas de auditório da Globo em Jacarepaguá os professores continuam ouvindo inúmeras referências ao Homer. A mesa é comprida e em torno dela notam-se alguns olhares constrangidos.
* Sociólogo e jornalista, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP

Com 241 piercings no corpo, gerente de banco aposentado bate recorde

Ele colocou maioria dos piercings na cabeça e no pescoço.Marca foi ratificada pelo Guinness, livro dos recordes.





O gerente de banco aposentado John Lynch, de 78 anos, detém o recorde de maior número de piercings no corpo. Ele conta com 241, sendo 150 deles na cabeça e no pescoço, segundo o jornal inglês “Daily Telegraph”.

O recorde foi ratificado pelo Guinness, livro dos recordes, após um funcionário do livro checar um por um os adornos que ele ostenta no corpo. Lynch, que mora em Apsely (Reino Unido), trabalhou por 30 anos no banco Barclays.

Apesar de ter entrado para o Guinness, Lynch afirmou que nunca pensou em quebrar o recorde. Ele destacou que colocou os piercings e fez as várias tatuagens que têm no corpo porque gosta.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1357232-6091,00-COM+PIERCINGS+NO+CORPO+GERENTE+DE+BANCO+APOSENTADO+BATE+RECORDE.html

Com escultura de gelo de 14,6 m, americanos batem recorde

Obra foi construída por Kevin Roscoe e Peter Slavin.Para fazê-la, eles utilizaram mais de 60 toneladas de gelo. Os escultores americanos Kevin Roscoe e Peter Slavin construíram em Santa Mônica, nos EUA, a maior escultura de gelo do mundo e entraram para o Guinness, livro dos recordes. Ela mede 14,6 metros de altura. (Foto: Mark Ralston/AFP)






Para construí-la, Kevin Roscoe e Peter Slavin utilizaram mais de 60 toneladas de gelo. O antigo recorde era de 12,3 metros e tinha sido estabelecido pelo francês Michel Amann em Dubai, nos Emirados Árabes, em 2006. (Foto: Mark Ralston/AFP)

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1358049-6091,00-COM+ESCULTURA+DE+GELO+DE+M+AMERICANOS+BATEM+RECORDE.html

Iguais nas diferenças!

NA COMPANHIA DAS LETRAS.




Frederico do Santos, 15 anos, sente-se em uma redoma de tristeza sem fim. Desde pequeno sofre retalhamentos de seus colegas devido a sua deficiência visual.
Em uma manhã gelada do dia 25/04/1994, um choro desafinado quebra o ar do Hospital Divino Salvador, eis que Frederico ecoa seus primeiros sons. Aparentemente um garoto sadio, porém após o parto, os médicos logo percebem que o pequenino ser possui algo de errado com seus olhos...
Feito alguns exames logo detectam cegueira total de ambos os olhos, devido ao uso constante de crack durante a gestação. A mãe de Fredi se lamenta pelo feito, mas não poderá mudar o destino de seu filho....
Discriminação
O menino de cabelo escuros, olhos castanhos, “nascido do crack” já não é mas um menino. Com seus 15 anos,
locomove-se pelos corredores estreitos de uma pacata escola nos arredores de Videira, com ajuda de uma bengala que serve como extensão do seu braço...
Fredi não foi aceito no convívio social pelos colegas devido a sua diferença. E a prática do bule é manifestada através de ridicularizações e humilhações praticadas pelos seus colegas e até mesmo por quem deveria dar o exemplo “Professores” e “ Educadores”, esses fenômenos vão desencadeando em uma mente confusa diversos problemas, tais como, agressividade, timidez, solidão....
- Os alunos vivem me dizendo que eu sou feio e deficiente- diz ele.
A descoberta
O garoto tímido e arredio, atrelado a tecnologia existente, possui um relacionamento a longo prazo com Luiza, e ambos sentem que devem investir neste relacionamento e marcam um encontro.
Fredi vê seu sub-consciente tomado por pensamentos negativos, encontra-se em uma redoma de lembranças do passado que lhe trazem sofrimento e dor, decepções amorosas, causadas pela deficiência. Pergunta-se qual será a reação de Luiza, busca resposta no seu íntimo, mas não a encontra. Ao adentrar em uma lanchonete, vê seu coração acelerar, suas mãos ficarem geladas...
Com auxílio de sua bengala Fredi aproxima-se da mesa e percebe que Luiza, uma jovem comunicativa, já está a sua espera, Fredi senta-se ao lado de Luiza, durante alguns minutos, ambos mentem uma conversa cordial. A moça de pele clara possui uma conversa polida não deixando transparecer a aceitação ou ainda a rejeição, devido à cegueira de Fredi.
Fredi, cada vez sente-se mais angustiado, com incertezas, com seu psíquico abalado. Será que acontecerá como dos outras vezes? Serei rejeitado? Como resposta a sua angústia, Luiza “toma” a iniciativa, Fred não resiste....
Como em uma cena de cinema, debruçam-se à mesa do barzinho e entrelaçam seus lábios...

Iguais nas diferenças!
Você está sendo injusto com alguém devido a suas diferenças físicas ou psíquicas?
Reavalie suas atitudes. Procure ter senso de ética e lembre-se que a beleza está nos olhos de quem a vê,ou seja, o que pode ser bonito para mim pode ser feio para você e vice-versa. Não deixe que o padrão de beleza, imposto pela mídia, com modelos anoréxicas, interferir radicalmente na sua vida. Tenha sua própria opinião. Respeite as opiniões alheias, afinal, somos todos iguais nas diferenças.
Obs. O nome do personagem é fictício.

"Almir, o contador de histórias reais".